sexta-feira, 18 de outubro de 2013

"Tenho uma teoria. A minha teoria é sobre momentos. Momentos de impacto. Minha teoria é que esses momentos de impactos, esses flashs de realidade que nos reviram, acabam definindo quem somos. 
O fato é... Cada um de nós é a soma dos momentos que já tivemos. E de todas as pessoas que já conhecemos. E são esses momentos que se tornam nossa história. Como nossas músicas favoritas de lembranças que tocamos em nossa mente várias vezes. 
Essa é minha teoria. Que esses momentos de impacto definem quem somos. 
Mas o que eu nunca considerei... E se um dia você não lembrasse mais de nenhum? 
Um momento de impacto tem a capacidade de mudar, tem efeitos bem além do que podemos imaginar. Em alguns, algumas partículas batendo nas outras, deixando-as mais unidas que antes, enquanto mandam outras pra grandes desafios, indo para onde nunca achou que elas iriam. Essa é a questão sobre momentos assim. 
Não pode nem tentar controlar como irão te afetar. 
Tem que deixar que as partículas se colidam... 
E esperar até a próxima colisão"

(The Vow)

sábado, 28 de setembro de 2013

"Desde o início dos tempos, algo perto de 110 bilhões de humanos nasceram neste mundo. 
E nenhum deles chegou lá. Há 6,8 bilhões de pessoas neste planeta. Cerca de 60 milhões morrem por ano. 60 milhões de pessoas. Isso da aproximadamente 160 mil por dia. 
Eu li essa frase quando era criança, “Vivemos sozinhos, morremos sozinhos. Todo o resto é apenas uma ilusão.” Serve para me manter acordado à noite. 
Todos nós morremos sozinhos. 
Por que devo passar minha vida trabalhando, suando e lutando? Por uma ilusão? 
Porque nenhuma quantidade de amigos, nenhuma garota, nenhuma tarefa de conjugar o mais-que-perfeito ou determinar a raiz quadrada da hipotenusa, me ajudará a evitar meu destino. Tenho coisas melhores para fazer com o meu tempo."
- George
(Filme: A Arte da Conquista)

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

"Tenho andado pelos dias com a cabeça confusa, como se desgostasse de tudo, de quase todos. Como se buscasse um novo rumo, uma nova história, um novo motivo, mesmo que bobo, para sorrir. Uma vontade que ainda não tem nome.
A vida tem dessas. Num dia te presenteia com sorrisos sem motivos. No outro, te convida há passar o dia todo na cama, pela mesma ausência de motivos. Uma vontade que ainda não tem nome. Mas já aperta o peito."
(Matheus Rocha)

domingo, 18 de agosto de 2013

"No final das contas, há algumas coisas que não dá para evitar de comentar. Algumas coisas que a gente não quer ouvir e algumas coisas que a gente fala porque não dá para segurar mais. Algumas coisas são mais do que você diz, elas são o que você faz. Algumas coisas você fala porque não há outra opção. Algumas coisas você guarda pra você mesmo. E, não raro, às vezes algumas coisas falam por si só."

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

"Aprenda a se preservar. A falar pouco ou quase nada. Aprenda que coisas do coração são coisas sagradas e só devem ser ditas a quem vai ouvi-las com carinho e ficar feliz junto contigo. Alguém que, ao ouvir que algo te incomoda, vai torcer muito pra que isso passe e que você supere. Desabafo a gente faz a quem torce verdadeiramente pra que os ventos mudem e os caminhos bons apareçam na nossa frente."

(Karla Tabalipa)

domingo, 14 de julho de 2013

"Para o amor, um banco de praça já basta.
Ou ficar na frente de um portão.
Ou uma xícara de café.
Amor mesmo é um filme de baixo orçamento."

(Fabrício Carpinejar)

sexta-feira, 12 de julho de 2013

- With you I'm born again

"Toda célula do corpo humano se regenera em média a cada sete anos. Como cobras, da nossa maneira nós mudamos de pele. Biologicamente somos novas pessoas. Podemos parecer os mesmos... provavelmente somos. A mudança não é visível, pelo menos não para a maioria. Mas todos mudamos, completamente. Para sempre.
[...]
Quando dizemos coisas como 'as pessoas não mudam'… deixamos os cientistas loucos, porque a mudança é literalmente a única constante da ciência. Energia. Matéria. Estão sempre mudando, transformando-se, fundindo-se, crescendo, morrendo. O modo como as pessoas tentam não mudar que não é natural. Como queremos que as coisas voltem, em vez de as aceitarmos. Como nos prendemos a velhas memórias, em vez de criarmos novas. O modo como insistimos em acreditar, apesar de todas as provas contrárias, de que algo nessa vida é permanente. A mudança é constante. Como experimentamos a mudança é que depende de nós. Pode parecer a morte ou uma segunda chance na vida. Se relaxarmos os dedos, nos desapegar, irmos em frente, pode ser adrenalina pura. Como se a qualquer momento tivéssemos uma nova chance na vida. Como se a qualquer momento, pudéssemos nascer de novo!"

( Grey's Anatomy - Ep 7.01)

quarta-feira, 12 de junho de 2013

"É um sinal do universo..."
"Não, não é um sinal. O universo não está mandando mensagem nenhuma!"
"É um sinal e você sabe! O universo está gritando comigo agora! Como você pode pedir para ignorar isso?"
"Porque é besteira esperar por 'sinais do universo'! Talvez o universo tenha outras coisas pra fazer. Meu Deus, espero que tenha! Sabe quantos sinais eu recebi para ficar ou não com alguém? E onde isso me levou? Talvez não existam sinais. Talvez não precisamos dar sentido a tudo. Talvez não precisamos que o universo nos diga o que queremos. Talvez, lá no fundo, nós já sabemos."

(Diálogo entre Ted Mosby e Robin Scherbatsky, no vigésimo terceiro episódio da oitava temporada de "How I Met Your Mother".)